Este esteróide injetável é a
combinação de 4 compostos de testosterona. A idéia de misturar
estes diferentes ésteres é obter uma ação imediata após a
aplicação e mantê-la por um longo período. O propionato de
testosterona tem uma ação imediata, mas de curto período; o
fenilpropionato e o isocaproato têm um início de ação mais
lento, porém de maior duração. Esta droga mostra excelentes
resultados em aumento de força e ganho de peso e não parece
promover retenção hídrica como a maioria dos esteróides
altamente androgênicos, mas mesmo assim só é utilizada fora de
temporada. Outra vantagem observada pelos usuários é que se pode
utilizar esta droga por maior período de tempo pelo fato de não
causar maciço fechamento dos citos receptores como acontece com
muitos esteróides. Mulheres não devem utilizá-la. Na Europa o
laboratório ORGANON produz o mesmo medicamento com o nome de
Sustanon. A CIBA-GEIGY produz na Suíça outra droga semelhante
seguindo a mesma idéia de liberação gradual com o nome de
Triolandren, enquanto na Grécia é produzido o OMNADREN.
Apresentação: Ampola de 250mg/ml
(30mg de propionato de testosterona, 60mg de fenilpropionato de
testosterona, 60mg de isocaproato de testosterona e 100mg de
caproato de testosterona). É produzido no Brasil pela ORGANON.
Solução
injetável para administração
intramuscular
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Composição
Cada ampola
de DURATESTON contém: Propionato de testosterona 30 mg; Fenilpropionato de
testosterona 60 mg; Isocaproato de testosterona 60 mg;
Decanoato de testosterona 100 mg; Óleo de amendoim q.s.p. 1
ml; álcool benzílico 0,1 ml.
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Informações técnicas
DURATESTON é
um preparado androgênico para administração intramuscular
contendo quatro ésteres diferentes do
hormônio natural, a testosterona. O propionato de
testosterona tem um rápido início e uma curta duração de
ação. O fenilpropionato e o isocaproato de testosterona têm
um início de ação mais lento, porém uma duração de ação mais
prolongada. Pela combinação desses ésteres de testosterona,
a ação de DURATESTON inicia-se logo após a
injeção e é mantida por aproximadamente três semanas.
DURATESTON é geralmente bem tolerado e não possui efeito
adverso sobre o
fígado.
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Indicações
Em terapia de
reposição da testosterona em distúrbios hipogonadais no
homem, p. ex.: após a
castração; eunucoidismo; hipopituitarismo;
impotência endócrina; sintomas do
climatério masculino, tais como diminuição da libido
e decréscimo da atividade mental e física; certos tipos de
infertilidade originária de distúrbios da
espermatogênese. Sobretudo, a terapêutica com testosterona
pode ser indicada em
osteoporose de origem deficitária de andrógenos.
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Posologia
Em geral, a
dosagem de DURATESTON deve ser ajustada de acordo com a resposta
individual do paciente. Usualmente, uma
injeção de 1 ml cada 3 semanas é o adequado.
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Administração
DURATESTON
deverá ser administrado por
injeção intramuscular profunda.
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Contra-indicações
História ou
suspeita de
carcinoma prostático ou mamário.
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Precauções e advertências
Se ocorrerem
reações adversas associadas ao andrógeno, o tratamento
deverá ser interrompido e após o desaparecimento dos
sintomas ser retomado numa dosagem menor. Pacientes
portadores das seguintes condições:
insuficiência cardíaca latente ou manifesta,
disfunção
renal,
hipertensão,
epilepsia ou
enxaqueca (ou história dessas condições) devem ser
monitorados uma vez que os andrógenos podem, ocasionalmente,
introduzir a retenção de sais e água. Os andrógenos devem
ser usados cautelosamente em meninos pré-púberes para evitar
a soldadura prematura da epífise ou desenvolvimento sexual
precoce. Uma diminuição no iodo ligado à proteína (PBI)
poderá ocorrer, mas isso não tem significado clínico.
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Reações adversas
As seguintes
reações adversas têm sido associadas com a terapêutica
androgênica: Priapismo e outros sinais de estimulação sexual
excessiva. Em meninos pré-púberes: o desenvolvimento sexual
precoce, um aumento na freqüência de ereção, aumento do
fálico e a soldadura prematura da epífise. Oligospermia e
diminuição do volume ejaculatório. Retenção de água e sal.
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Superdosagem
Não se espera
a ocorrência de sintomas tóxicos nas doses recomendadas. Não
há dados referentes aos sintomas ou tratamento para
superdosagem aguda.